Conheço um amigo seu há muito tempo e ultimamente, está rolando uma paixonite entre nós. Embora ele seja do tipo que ainda manda flores, ele também é do tipo que ainda tenta me enrolar… Mas esquece que eu tenho um Q.I. um pouco mais avantajado do que as donzelas vilipendiadas que andam por aí. E resultado, as histórias fictícias que ele conta, não colam nem um pouco. Tudo bem… Eu sei que acreditar ou não é uma escolha racional que a gente faz e “resolvi” acreditar um pouco pra ver onde isso ia dar… Mas sem o estímulo da desconfiança, a qualidade das histórias decaiu muito. O que eu faço? Raposa

Com certeza o cara não virou “a chave” de donzelas ingênuas para mulheres maduras e está passando um ridículo desnecessário pela distração. Você pelo que parece quer algo mais sério do uma paixonite e está assustada com a transformação do seu príncipe em sapo.

É difícil encarar o fato dele não se esforçar para fazer o relacionamento progredir enquanto você, uma mulher que se considera mais qualificada do que as escolhas atuais dele, investe.
Ele está tropeçando nas palavras e atitudes, talvez pelo vício, talvez pelo medo ou até pela falta de jeito mesmo , tudo típico de um banana.

Sortudo esse o cara que nos dias de hoje, pisa na bola e ainda tem alguém almejando seu amor. Mas como tudo na vida tem prazo de validade é bom você preparar os argumentos, dizer que fingiu acreditar nas histórias de pescador e ter uma conversa franca com o fulano antes que o amor disfarçado de paixonite se transforme em decepção e raiva.

Não é saudável começar um relacionamento com jogos, em duelos sempre existem perdedores e se é para perder é melhor ficar sozinha.

Beijos,
Dr. Love

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